
“Eu sempre fui muito forte, muito auto-suficiente. Muito completa, e muito feliz por mim mesma. Nunca pensei na possibilidade de me entregar a um certo alguém, e esse alguém não me machucar. Muito menos dessa pessoa me conhecer como a palma da mão. Nunca achei que precisasse de ninguém, ou que alguém precisasse de mim. Não achei que meus defeitos um dia pudessem completar os defeitos de outra pessoa, e vice versa. Nunca achei que meu coração pudesse acelerar ao telefone tocar, e ter a remota possibilidade de ser alguém. Nem que eu pudesse amar alguém e entregar meu coração, e que ele poderia ter a capacidade de quebrá-lo. Até que eu encontrei, e todo o meu conceito foi mudado. Se isso for amor, se houver a mínima possibilidade de ser amor de verdade, porque eu ligaria para essas coisas? Quanto me custa viver essa história a fundo? Custa muito? Tudo o que eu tenho? Agora que aconteceu, eu me atreveria a dar as costas para ele em nome de algo ou alguém? Não. Vou viver a fundo essa loucura, antes que minha lucidez dê sinais de vida ou arrependimento. Não renunciarei às pressões exercidas por tudo que está em volta de meu pequeno apartamento. Vou fechar olhos e tapar orelhas ao perceber qualquer sinal de repúdio às minhas decisões. Sei exatamente o que estou fazendo e a quem estou me entregando por inteiro.” — cotidian0 and calejada
“Eu sempre fui muito forte, muito auto-suficiente. Muito completa, e muito feliz por mim mesma. Nunca pensei na...
“Eu sempre fui muito forte, muito auto-suficiente. Muito completa, e muito feliz por mim mesma. Nunca pensei na...
“Eu sempre fui muito forte, muito auto-suficiente. Muito completa, e muito feliz por mim mesma. Nunca pensei na...
“Eu sempre fui muito forte, muito auto-suficiente. Muito completa, e muito feliz por mim mesma. Nunca pensei na...